Mostrando postagens com marcador adeus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador adeus. Mostrar todas as postagens

sábado, 3 de outubro de 2015

Orvalhar

Em um ser sem finito
um olhar escondido
um pensar constrangido
e você.

O corpo enquadrado
em seus vasos estourados,
um dia enlaçados
a outro ser.

E perdido, pedido fugido
cultivou o sonho sofrido
desapareceu com o orvalho a derreter

Ah, que pena te ver orvalhar

Ah criança querida
será que um dia
irá acordar?

(Amanda Girão, Ama, 2015)

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Boa noite e até nunca! Deixei no teu jornal matinal (ao lado do cinzeiro e da caixa de cigarros), na seção obituário, sorrisos frios, uns olhares. E parti. Adeus! eu disse quando te conheci.

(Ama)

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Who am I?

Can you see that rain running?
Can you see the rain floating?
It goes from right to left
It sweeps and fade away

who am I?

Oh you see the light jumping ?
In the middle of the dancing rain
Can you see the rain lonely?
It's just a normal day.

who am I?

Could you see the rain fading?
Just as me in this heavy night
I wish I were a drop of rain
To splash on floor and say goodbye.

I am just another day.

(Ama)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mágica

Imagem retirada de um episódio de The Mentalist.


Como mágica esta canção sem ritmo
Das entonações dos gritos da humanidade

Aqui está o humano
E então se vai...

Veja o corpo que reage e então
se vai.
Veja o túmulo cercado e então
vazio.
Veja a flor que alegra e então
murcha.
Veja o momento calmo e então
o de repente.
Veja o sorriso no rosto e então
a morte.
Veja o que aqui está e então
se foi...

(Ama)

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Boa noite e adeus (?)


Boa noite improváveis leitores. Ironicamente, eu resolvi inaugurar o blog bem no suposto "último dia" antes do fim do mundo. Interessante isso, não? É, mas não vamos falar disso, né :D

Bom, meus objetivos com esse blog (se eu sobreviver) são, entre outras (in)significâncias falar, falar, falar por minhas palavras, enfim... A criatividade se esvaziando em mim ou transbordando.

Fiz um pequeno poema para cá, porque eu sinto o meu dia indo embora lentamente comigo, pra um mundo paralelo, mas distante da realidade. 

Aliás, se querem uma dica de como aproveitarem suas últimas ridículas noites, escutem jazz ou blues. 

Boa noite e até nunca!
Deixei no teu jornal matinal,
(ao lado do cinzeiro e da caixa de cigarros)
na seção obituário, 
sorrisos frios, uns olhares.
E parti.

Adeus! eu disse quando te conheci.

(Ama)